As cadeias de abastecimento de energia precisam de maior resiliência, já que as disrupções globais ameaçam a confiabilidade e a acessibilidade do fornecimento, afirmou Shripad Yesso Naik, ministro de Estado da Índia para Energia e Energias Novas e Renováveis, em uma cúpula em Singapura, em 26 de outubro de 2026.
Principais conclusões
- Naik pediu que os países diversifiquem as fontes de abastecimento e fortaleçam a cadeia de valor da energia.
- Ele afirmou que disrupções em minas, rotas marítimas e na fabricação de equipamentos poderiam afetar sistemas de energia muito distantes.
As cadeias de abastecimento de energia enfrentam riscos mais amplos
Em discurso na Semana Internacional de Energia de Singapura, Naik afirmou que a segurança energética estava ligada ao progresso econômico, à competitividade industrial e ao avanço social. Ele pediu que os países antecipem riscos ao planejar investimentos e responder à mudança na demanda por energia.
O ministro afirmou que o desafio ia além de produzir mais energia: os sistemas também precisavam fornecê-la de forma eficiente, confiável e acessível, adaptando-se ao mesmo tempo a novas tecnologias e padrões de consumo.
Disrupções em minas de minerais, rotas marítimas críticas, instalações de semicondutores ou fabricantes de transformadores poderiam afetar comunidades a milhares de quilômetros de distância, afirmou.
Cooperação e diferentes trajetórias nacionais
Naik pediu preparação nacional e cooperação internacional, afirmando que os esforços globais deveriam reconhecer as diferenças entre os recursos, os estágios de desenvolvimento, as prioridades econômicas e as capacidades tecnológicas dos países.
Ele se reuniu com Gan Siow Huang, ministra de Estado de Singapura, com Francesco La Camera, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável, e com Lyonpo Sonam Tashi, ministro de Energia e Recursos Naturais do Butão.
Próximo marco
Naik deverá visitar a usina do Sistema de Armazenamento de Energia Banyan, da Sembcorp, e a usina de transformação de resíduos em energia da Keppel Seghers, em Tuas, em 28 de outubro, antes de retornar à Índia.
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